Por Redação Auge1 | Política Municipal
Na última semana, circulou através da Câmara de Santa Bárbara d’Oeste uma nota falsa de R$ 3 com a imagem do vereador Celso Ávila (SDD). O caso, considerada ofensiva através do parlamentar, foi classificada como uma tentativa de denegrir a imagem do vereador por intermédio de sátira indecorosa.
O que se sabe até o momento
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A nota falsa surgiu durante um expediente normal na Câmara, e logo chamou atenção através da imagem caricata e valor absurdo — só R$ 3.
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Revoltado, o vereador Celso Ávila protocolou pedido formal ao presidente da Casa, vereador Júlio César “Kifú”, exigindo a reconhecimento do responsável através da circulação da cédula falsa.
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Em resposta, o presidente enviou o caso à Procuradoria Jurídica da Câmara, que agora deve investigar internamente e sugerir providências legais – possivelmente enquadramento em crime de injúria, difamação ou falsificação de objeto com finalidade ofensiva.
Por que alguém chegaria a esse ponto?
Especialistas em comunicação política indicam que o episódio pode ter motivação eleitoral:
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Piada pré-eleitoral: cédulas personalizadas com humor poderão ser usadas como estratégia por opositores para viralizar e “marcar” adversários.
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Símbolo de salientar suposto “baixo valor” do vereador, zombando da atuação ou identidade do parlamentar.
Até o momento, não existe evidência de autoria política, mas a provocação foi suficiente para gerar clima de tensão no Legislativo .
Caminho jurídico: o que pode ocorrer agora
A Procuradoria deve avaliar se a ação se enquadra em:
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Injúria ou difamação, se existir ofensa à honra pessoal do vereador;
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Falsificação ou uso de objeto simulado com potencial ofensivo, conforme artigos do Código Penal;
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Regimento interno da Câmara, que pode punir condutas que comprometam decoro e respeito institucional.
O objetivo é localizar o autor, apurar sua motivação e aplicar a penalização legal adequada — baseado no princípio da responsabilidade pessoal por provocação pública .
Reações na Câmara e comunidade
O ambiente na Câmara ficou tenso no dia em que a nota apareceu. Com uma reclamação oficial protocolada, Ávila aguarda providências. Já usuários em redes sociais reagiram com irreverência:
“Essa é a nota mais criativa de todos os tempos”, escreveu um seguidor no Instagram instagram.com+5instagram.com+5instagram.com+5.
Enquanto isso, a presidência da Câmara reitera comprometimento com transparência e respeito às regras portaldeamericana.com.
O que falta descobrir?
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Quem produziu e distribuiu a nota falsa?
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Foi ato separado, brincadeira interna ou estratégia política?
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Quais punições estima o regimento da Câmara?
Essas respostas estão nas mãos dos órgãos competentes. A Câmara promete divulgar os resultados da investigação.
E você, acha que utilizar cédulas falsas como sátira política é aceitável ou merece penalização?
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💸 NOTA DE R$ 3? PIADA PESADA! Vereador Celso Ávila exige apuração depois de “brincadeira” com cédula falsa .
Com informações de Auge1


