Os vereadores Carlos Fontes (União Brasil), Paulo Monaro (PSD), Arnaldo Alves (PRD) e Isac Motorista (Republicanos) protocolaram, na próxima quarta (14), um requerimento que pede a criação de uma Comissão de Representação na Câmara Municipal de Santa Bárbara d’Oeste. O objetivo é acompanhar os desdobramentos da interdição do aterro sanitário da cidade, fechado desde maio de 2022 por determinação da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb).
A situação do aterro já havia sido debatida inicialmente pelos parlamentares, durante a sessão desta terça-feira (14), em razão da paralisação do serviço de coleta de lixo. Os vereadores discutiram as consequências da greve dos trabalhadores do Consórcio Santa Bárbara, concessionária responsável através da coleta, que suspendeu as atividades na última quinta-feira (8). O debate foi iniciado a contar de um requerimento apresentado através do vereador Carlos Fontes (União Brasil), que pediu esclarecimentos ao Poder Executivo sobre os motivos da paralisação.
A proposta estima que a comissão, composta por cinco vereadores indicados pelos partidos com representação na Casa, atue junto à Cetesb, ao Poder Executivo Municipal, ao Ministério Público e a demais órgãos competentes, buscando esclarecimentos sobre os motivos e as consequências da interdição. A comissão também deve acompanhar a execução contratual firmada com a empresa UTGR Americana, responsável através da destinação dos resíduos sólidos da cidade desde a interdição do aterro local.
Ainda segundo o requerimento, desde novembro de 2022, a Prefeitura Municipal faz a destinação dos resíduos sólidos ao aterro da UTGR, com um contrato que inicialmente previa o repasse de R$ 5,6 milhões, valor em seguida ampliado para R$ 6,6 milhões até 2026.
Vereadores de Santa Bárbara propõem comissão para investigar interdição do aterro sanitário e crise na coleta de lixo
Com informações de Tododia

